Seguro de saúde para todas as idades
Publicado: 2010-09-13 Tópico:Seguro Saúde
Existe uma multiplicidade de seguros de saúde. Alguns são bastante caros e nem sempre valem o que custam. Depois existem as já conhecidas limitações: como o número de exclusões, as limitações relativamente à idade, os períodos de carência, a duração anual, que permite à seguradora recusar a renovação do contrato no fim da anuidade. Ainda assim são uma alternativa ao Serviço Nacional de Saúde. Estima-se que 2 milhões de portugueses tenham seguros de saúde privados.
Agora chegou ao mercado um novo seguro sem exclusões. Trata-se do primeiro produto sem limite de idade e sem exclusões de doença distribuído pela Europamut. É uma nova solução de protecção de saúde da MGEN, líder europeu de seguros pessoais mútuos, que assenta numa nova lógica. Um seguro inovador que visa conceder a cada um o direito a ser protegido em qualquer idade, sem discriminação, por quanto tempo necessitar, refere a página oficial.
Quer tenha 18 ou 80 anos, com ou sem doença grave, e com um modelo de cobertura igual para todos os aderentes, este novo produto de protecção à saúde promete ditar uma nova tendência no mercado. Será mais fácil e estará ao alcance de cada um agora subscrever um seguro de saúde.
O que acontece é que no actual panorama, a subscrição dos seguros de saúde impunha um limite de idade, até aos 65 anos, e mesmo os aderentes são sujeitos a um questionário sobre as doenças de que padecem. Existem exclusões que não têm cobertura como os transplantes, a hemodiálise, doenças contagiosas de declaração obrigatória ou hérnias.
Défice de protecção das famílias nas áreas da saúde
Um estudo da Europamut realizado no âmbito da oferta de seguros de saúde e de reforma revelou que existe «um défice de protecção das famílias» nas áreas da saúde e da reforma. A participação das sociedades mutualistas podem oferecer planos de protecção da saúde, destinados a complementar os subsistemas existentes, assim como produtos complementares de reforma.
De acordo com o relatório, citado pela Lusa, mais de metade dos portugueses estão pessimistas quanto à sustentabilidade do sistema de segurança social e ao futuro das suas reformas, 54% dos portugueses mostram-se «declaradamente pessimistas» sobre a sustentabilidade da segurança social e sobre o futuro das suas reformas, enquanto que 81% dizem «não confiar» na sustentabilidade do sistema e mostram-se apreensivos quanto às reformas.
