Seguro Habitação: De vítima a arguido
Publicado: 2011-11-02 Tópico:Seguro Habitação
Este caso insólito, passou-se em Março de 2088, em Celorico de Basto, em que José Maria Gonçalves apresentou queixa à policia por assalto à sua residência.
Valeu a ajuda de vizinhos e familiares a esta família, já que foram roubados os móveis da casa e vários electrodomésticos. Como ninguém viu nem ouviu nada, tornou-se dificil apurar os reais acontecimentos.
Na altura, por falta de provas, o inquérito foi arquivado e face a um prejuízo de 20 mil euros, a vítima accionou o seguro habitação.
A seguradora envolvida trata-se da Generali que chegou à conclusão que o furto nunca existiu, tendo apresentado queixa contra José Maria Gonçalves, alegando que o arguido arquitectou um plano para receber a indemnização de 20 mil euros.
O segurado foi acusado de burla qualificada, na forma tentada, e de simulação de crime, na forma consumada. O caso foi para tribunal, tendo decorrido no Tribunal de Valongo, tendo o arguido ficado sujeito ao termo de identidade e residência.
A defesa alega que a seguradora está a tentar fugir das suas responsabilidades. Entretanto, José foi absolvido, mas mais de três anos decorridos depois do assalto, ainda não conseguiu recuperar a totalidade dos bens que lhe foram furtados.
